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Onde | Pequeno Auditório do Centro Cultural Olga Cadaval
Quando | 8 mar, 16.00h
Origem | Vila Real
Duração | 50 min
Classificação | M/6
Bilhetes | Normal 7,50 € (preço único)

 

 

Sinopse

Florival é um menino inocente e curioso, que vive em perfeita harmonia com a Natureza, acompanhado pelas ovelhas que pasta por entre as montanhas e vales. Ao longe, ele vê a cidade que lhe provoca interrogações, e é uma personagem enigmática, que nos lembra um Cogumelo, que lhe traz as respostas às perguntas espontâneas — As aves batem as asas para voar — tem de ser! Então porque é que os aviões não precisam de as bater?
O ambiente familiar, com a sua Mãe sempre certa no que diz e pronta para o mimar, o seu Tio resmungão e cheio de bondade, e uma realidade onde descobrimos soluções pela Magia, caracterizam um ambiente idílico que nos faz aperceber que vale a pena acreditar que somos capazes de viver respeitando a Natureza.

 

Ficha Técnica e Artística

Encenação: Filipa Mesquita; Interpretação e manipulação: Glória de Sousa, Isabel Feliciano e Fábio Timor; Criação e execução Marionetas: EnVide NeFalibata; Música: Paulo Araújo; Apoio à Criação: Teatro e Marionetas de Mandrágora; Direção Artística: Urze Teatro

 

Bio Urze Teatro

Em novembro de 2000, dava-se início ao projeto artístico Urze Teatro, designação comum da Cenários e Enredos Associação, com a estreia do espetáculo «O Rei Imaginário», de Raul Brandão. Fundada pela atriz Glória de Sousa e pelo encenador Fábio Timor, que desde aí partilham a direção artística, a companhia mantém uma atividade ininterrupta assente numa estrutura profissional, que resumidamente se poderia também traduzir em alguns números: 48 criações (17 das quais dirigidas à infância) e 1292 representações realizadas para um total acumulado de mais de 147 mil espectadores, de Norte a Sul do País.
Ainda que sem se deixar enclausurar esteticamente, a Urze foi sempre assumindo influências artísticas contemporâneas e explorando regularmente a aparente contradição entre minimalismo e expressionismo. Dir-se-ia que, no percurso artístico da companhia, o minimalismo está para o espaço cénico como o expressionismo está para a interpretação. Paralelamente, as propostas para a infância foram sempre dando corpo a outro pilar importante da estratégia identitária.