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2019

 

 

Edgardo - Quarto Quartos

King Fu

Teatro | 11 janeiro a 10 fevereiro | sextas e sábados 21:30 e dom às 16:00 | M/6

 

Sinopse

Uma peça bué medieval tipo estas letras.

 

Ficha Técnica e Artística

Adaptação, Encenação e direção artística: Nuno e Joana Lacerda | Elenco: Bruno Santiago | Catarina Carvalho Joana Lacerda Nuno Lacerda Tiago Pereira | Apoio Técnico: David Santiago Madalena Pronto

 

Biografia: Edgardo

Teatro Edgardo é um grupo teatral dentro da Quatro Quartos que é uma associação nascida da vontade imensa de expor a expressão interina das vontades artísticas nas mais variadas formas de arte. Formada por ex-membros da Associação Cultural Absurdo, nasce com o conceito de cruzar artistas num espaço único de criação, com o objetivo de impulsionar o fabrico de arte e o seu consumo na comunidade Sintrense e periférica. Elevar Mem-Martins para além de um dormitório. Viver a arte perto de casa. Respirar a central da criatividade Sintrense. Atualmente a Quatro Quartos foca-se na criação teatral (área de formação dos seus fundadores), tendo já produzido seis peças de teatro desde abril de 2015. A criação de teatro é uma oportunidade para explorar outras artes que se cruzam no seu caminho, como a fotografia, música, vídeo, cenografia, entre outras. Tudo que envolva as produções da Quatro Quartos é uma oportunidade para produzir arte em cada quarto da sua criação.

 

 

Urze Teatro

Florival, o pequeno Pastor | a partir de A. M. Pires Cabral

Teatro de Marionetas | 18 maio | sábado às 15:00 | Escola Americana – Linhó | M/6
19 maio | domingo às 16:00 | Casa de Teatro de Sintra | M/6

 

Sinopse

Florival é um menino inocente e curioso, que vive em perfeita harmonia com a Natureza, acompanhado pelas ovelhas que pasta por entre as montanhas e vales. Ao longe, ele vê a cidade que lhe provoca interrogações, e é uma personagem enigmática, que nos lembra um Cogumelo, que lhe traz as respostas às perguntas espontâneas:
—As aves batem as asas para voar —tem de ser! Então porque é que os aviões não precisam de as bater?
O ambiente familiar, com a sua Mãe sempre certa no que diz e pronta para o mimar, o seu Tio resmungão e cheio de bondade, e uma realidade onde descobrimos soluções pela Magia, caracterizam um ambiente edílico que nos faz aperceber que vale a pena acreditar que somos capazes de viver respeitando a Natureza.
“O Pastor Florival e o Cogumelo Sabichão” é um texto inédito da autoria de A. M. Pires Cabral, em resposta ao desafio da Urze Teatro ao escritor. O resultado é o espetáculo “Florival - O Pequeno Pastor”, que conta com a experiência do Teatro e Marionetas de Mandrágora, unindo literatura, marionetas e atores, num universo centrado no imaginário poético.

 

Ficha Técnica e Artística

Texto: A. M. Pires Cabral | Encenação e adaptação dramatúrgica: Filipa Mesquita | Interpretação e manipulação: Glória de Sousa, Isabel Feliciano e Fábio Timor | Assistente de encenação: Clara Ribeiro | Conceção plástica, e execução das marionetas: enVide nefelibata e Clara Ribeiro | Música e sonoplastia: Paulo Araújo | Desenho de luz: Filipa Mesquita e Urze Teatro | Ilusionismo: Orimar Serip | Apoio à criação: Teatro de Marionetas de Mandrágora
Design gráfico e registo fotográfico: Paulo Araújo | Operação técnica: Ricardo Tojal | Produção executiva: Madalena Marques | Apoio à produção: Felisbela Pinto

 

Biografia: Urze Teatro

A Urze Teatro foi criada no ano de 2000, por um grupo de criativos da cidade de Vila Real e a colaboração de diversas pessoas, das quais destacamos o escritor António Cabral, a quem devemos o nome da Companhia, ao encenador e amigo de sempre Pompeu José, não esquecendo o músico Paulo Vaz de Carvalho. Desde a nossa fundação que temos mergulhando em diversos universos e estilos artísticos, respondendo às opções criativas e estéticas das pessoas que dão corpo a esta companhia. A descentralização e o contacto com outras experiências artísticas têm sido sempre objetivos que nos acompanham, e que nos proporcionam um enriquecimento coletivo e pessoal.
O texto transformado em ato vivo através do trabalho do Actor, é a marca que define todo o nosso percurso, quer com a criação de espetáculos de autores reconhecidos da literatura nacional e internacional, como: Mário de Sá-Carneiro, Samuel Beckett, Eugene Ionesco, Raúl Brandão, Anton Tchékhov, Gil Vicente, quer ainda, com o trabalho de pesquisa e experimentação, dos quais destacamos: "Alguém cá dentro" com dramaturgia e encenação de José Carretas; "No Rasto de Miguel Torga" e "Pelo Sonho é que vamos" com dramaturgia e encenação de Pompeu José; "Rosas de Sangue" texto e encenação de Fábio Timor.
O público mais-novo foi, e continua a merecer um destaque nos nossos objetivos, que resultam na criação e produção de espetáculos direcionados a esse mesmo público, dos quais destacamos: "A guerra do tabuleiro de xadrez" de Manuel António Pina; "A moura encantada" de António Cabral; "Mandarim Fi-Xú" de Luis Vaz; "A fada oriana" de Sophia de Mello Breyner Andersen. Para além dos espectáculo, temos ainda desenvolvido, para este mesmo público, diversas acções lúdicas e didácticas, enquadradas na ideia de que "É de pequenino que se torce o teatrinho".

 

 

Propositário Azul

O Arranca Corações | a partir do conto homónimo de Boris Vian

Teatro | M/14 | 23 a 26 maio | quinta a domingo 21:30 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Tiagomorto, psicanalista, é um homem sem passado que chega a uma casa onde Clementina, está prestes a dar à luz. Ajuda-a no parto de trigémeos e, a partir dali, torna-se hóspede daquela casa. Procurará à sua volta pessoas para psicanalisar e, desta forma, preencher o seu corpo duma matéria de vida que não tem, feita das memórias e do sofrimento dos outros. A aldeia é o microcosmos dum mundo às avessas, em que os velhos são vendidos na feira no lugar dos cavalos e as crianças são açoitadas e exploradas como escravas; um padre doutrinador excêntrico esforça-se violentamente por converter os aldeãos a uma fé desinteressada enquanto um barqueiro recolhe do rio os corpos que não vão ao fundo e assim livra da culpa e da vergonha os actos dos aldeãos. Em casa, as três crianças crescem com a ajuda de Tiagomorto e sob o olhar da mãe cada vez mais extremosa ao ponto de isolar definitivamente os filhos do mundo.

 

Ficha Técnica e Artística

Dramaturgia e encenação: Nuno Nunes | Concepção plástica do espetáculo: Patrícia Raposo | Desenho de luz: Cristóvão Cunha | Música: original Nico Tricot | Interpretação: Ana Brandão Emanuel Arada Hugo Sovelas Miguel Damião Nico Tricot Sofia Dias | Produção Executiva: Diana Almeida | Produção: Propositário Azul | Co-produção: São Luiz Teatro Municipal e FITEI | Parcerias: O Espaço do Tempo, Teatro O Bando e Causas Comuns | Acolhimento: Teatro da Terra, Primeiros Sintomas – CAL e Chão de Oliva

 

Biografia: Propositário Azul

Associação artística, foi fundada em 2003, reunindo um grupo de criadores nas áreas do teatro, artes plásticas, música e vídeo, com o intuito de se constituir como plataforma dinamizadora de projetos, promovendo a troca de experiências e a autonomia artística e profissional de criadores de sensibilidades diferentes.

Os espetáculos teatrais criados até ao momento resultam duma atenção dada ao conhecimento da dramaturgia universal, num compromisso privilegiado com obras de escritores portugueses e lusófonos, ensaiando práticas de trabalho e de pesquisa dramatúrgica, escrita e rescrita de textos, adaptações, recolhas e interpretação de determinados contextos e realidades.

 

 

Lançamento de Livro

Um Eléctrico chamado desejo…

Conferência | Para todos | 20 junho | quinta-feira 15:00 | Casa de Teatro de Sintra

 

Ficha Técnica e Artística

Conferencistas: João Pinto, Jorge Trigo, Marcio Martelli e João Rodil | Assistência de Produção: Regina Gaspar | Operação Luz e Som: Marco Lopes | Assistência Geral: Luís Quaresma | Secretaria de Direção e de Produção e Frente Sala: Cristina Costa

 

 

Teatro do Silêncio

Mulheres Em Terra, Homens No Mar | de Maria Gil

Teatro Documental | M/12 | 5 a 13 julho | sextas e sábados 21:30 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Os pescadores que andavam à pesca do bacalhau passavam seis meses no mar. Enquanto isso, as mulheres ficavam em casa, a governar. Esta performance teve como ponto de partida a recolha de testemunhos de algumas dessas mulheres e suas famílias, e da pesquisa feita nos acervos documentais do Museu Marítimo de Ílhavo. Um espetáculo intimista e documental, que dá voz às mulheres, contribuindo para a valorizar o papel das mulheres na economia do mar.

No final dos anos quarenta do século XX, António de Oliveira Salazar é Presidente do Conselho de Ministros e governa Portugal, criando uma ditadura antiliberal, anticomunista, orientada segundo os princípios conservadores autoritários: “Deus, Pátria e Família”. É mais ou menos nesta altura, mais precisamente entre 1947 e 1950, que a jornalista Maria Lamas, decide viajar pelo país, para conhecer ao vivo a situação das mulheres em Portugal. Maria Lamas percorre o país desde Trás-os-Montes ao Algarve. Fala com as camponesas de Castro Laboreiro, das serras do Barroso, do Caramulo e do Lindoso, mas também com as assalariadas agrícolas do Ribatejo, do Alentejo e do Algarve. Dedica um capítulo inteiro à mulher do mar, mas quando Maria Lamas diz, “mulher do mar” ela não se refere à esposa do pescador ou do marinheiro. Para Maria Lamas, a mulher do mar, é toda a mulher que participa na economia do mar. Aliás, Maria Lamas diz que estas mulheres só não embarcam porque alguém tem de ficar a tomar conta da casa e dos filhos, e esse papel estava destinado culturalmente às mulheres.

 

Ficha Técnica e Artística

Criação: Maria Gil | Apoio Dramatúrgico: Miguel Bonneville | Registo Fotográfico e Vídeo: Joana Linda | Coprodução: Serviço Educativo do Museu Marítimo de Ílhavo | Produção: Vanda Cerejo, Cristina Correia, Teatro do Silêncio 2018 | Apoio: Teatromosca e Casa de Teatro de Sintra/Chão de Oliva | Projeto: cofinanciado pelo FEDER, através do Centro 2020 – integrado no Projeto “Territórios com História: o Mar, as Pescas e as Comunidades” | Agradecimentos: Ana Margarida Paradela; Cláudia Ricota e Teresa Ricota – Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo; Cristina Castro e Manuel Bacelar – Opticália de Ílhavo; Leolpoldo Oliveira e Noémia Fernandes; Rosilda Portas.

 

Biografia: Teatro do Silêncio

O Teatro do Silêncio é uma estrutura de criação, fundada em 2004 por Maria Gil, que tem desenvolvido projetos assentes na pesquisa e na experimentação artísticas.

São marcas e características do trabalho: a realização de obras de carácter experimental; a criação de textos originais; a utilização de material autobiográfico; a exploração de uma relação próxima e íntima com o público; a escolha de espaços intimistas e não convencionais para a apresentação dos espetáculos; o desenvolvimento de um trabalho transdisciplinar; a colaboração com outras estruturas e artistas; a circulação internacional; e o desenvolvimento de projetos educativos.

O Teatro do Silêncio, ocupa, desde 2011, o Lavadouro Público de Carnide; trata-se de um espaço comunitário, que durante a semana funciona como lavadouro público e aos fins-de-semana, como um espaço de apresentação de performances, instalações, concertos, formações, residências artísticas, lançamento de publicações e eventos vários. Ao assinar um protocolo de cooperação com a Junta de Freguesia de Carnide, o Teatro do Silêncio comprometeu-se realizar um trabalho regular dentro da freguesia, tendo como ambição maior a aproximação das comunidades locais à criação artística contemporânea, contribuindo igualmente para uma relação, não mediada, entre artistas e públicos. O Teatro do Silêncio integra ainda a Rede de Cultura de Carnide, onde reúne mensalmente com os vários parceiros da área da cultura, com o objetivo de definirem estratégias e partilharem experiências, contribuindo para o associativismo local e uma prática cultural sustentável, interventiva e inclusiva.
Atualmente, o Teatro do Silêncio, tem como diretores artísticos Maria Gil e Miguel Bonneville.

 

 

Ninguém

Peça Para Duas Personagens | de Tennessee Williams

Teatro | M/14 | 19 e 20 julho | sexta e sábado 21:30 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Tennessee Williams considerava esta peça a sua obra mais autobiográfica e a mais conseguida, depois de “Um Elétrico Chamado Desejo”. “Peça Para Duas Personagens” é um texto único na obra do dramaturgo norte-americano. Assenta num conflito depressivo e autodestrutivo, ou talvez seja um jogo, entre realidade e ilusão, cara e máscara. Clare e Felice são despedidos e deixados para trás pela sua companhia teatral num teatro abandonado, onde decidem apresentar a obra de Felice. Ou o mundo é sempre um teatro? E o artifício é a forma de chegarmos ao mistério de cada um?

 

Ficha Técnica e Artística

Texto original Tennessee Williams | Tradução: Jacinto Lucas Pires | Encenação: Ivo Alexandre | Interpretação: Anabela Faustino e Ivo Alexandre | Cenografia: Sara Amado | Desenho de luz: Nuno Meira | Fotografia: Doroteia Luís | Registo de vídeo: Paulo Mil Homens | Gestão e Produção: Tiago da Câmara Pereira | Apoios: Ministério da Cultura – DGArtes, Teatro Municipal de Bragança, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Casa das Artes de Arcos de Valdevez, Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural em Sintra e Carpintarias de São Lázaro

 

Biografia: Ninguém

A Ninguém Associação Cultural foi formada em abril de 2014, em Lisboa. São fundadores o escritor Jacinto Lucas Pires, o ator Ivo Alexandre, a atriz Anabela Faustino, e a cenógrafa Sara Amado. Tem desenvolvido a sua atividade na área da criação de espetáculos de teatro, tendo apresentado as suas produções por vários teatros do país.

 

 

teatromosca

Alice | a partir de Lewis Carroll

Teatro | Para todos | 14 e 15 dezembro | sábado e domingo 16:00 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

"ALICE" é uma experiência teatral imersiva para crianças a partir dos 6 meses de idade, inspirada no universo literário do escritor inglês Lewis Carroll ("Alice no País das Maravilhas" e "Alice do Outro Lado do Espelho"). Nele é proposto que as crianças, qual Alice, entrem na toca do coelho e que encontrem uma série de personagens (a Lagarta, o Chapeleiro Maluco, a Rainha Branca, a Rainha Vermelha, o Tweedledum e o Tweedledee, o Humpty Dumpty, dois Coelhos Brancos...), num cenário fantástico que convocará um dos cinco sentidos ou vários sentidos em simultâneo.
Os atores Pedro Alves e Carolina Figueiredo, cocriadores deste projeto com o cenógrafo Pedro Silva, irão manipulando objetos, criando música ao vivo, interpretando algumas das mais reconhecidas personagens dos textos de Carroll, guiando os espetadores num espaço onde reina o absurdo e o estranho, feito de luz, sons, cores, texturas e aromas, e onde os adereços de cena podem ser explorados pelo público, apelando sempre a formas diferentes de sentir e de agir.

 

Ficha Técnica e Artística

Cocriação: Pedro Alves, Carolina Figueiredo e Pedro Silva | Interpretação: Pedro Alves e Carolina Figueiredo | Cenografia: Pedro Silva | Fotografia: Catarina Lobo | Vídeo: Ricardo Reis | Apoio técnico: Carlos Arroja | Ilustração e design gráfico: Alex Gozblau | Produção executiva: Inês Oliveira | Produção: teatromosca | Financiamento: Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Sintra

Acolhimentos