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2018

 

 

Casa das Cenas

Sê tu todo | de André Fausto & Os Companheiros de Aventura

Música e performance | 26 janeiro | sex. – 21:30 | 60 min. | M/6 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Em tudo quanto faças sê só tu
Em tudo quanto faças sê tu todo
Por ocasião do lançamento do EP Sê Tu Todo, André Fausto & Os Companheiros de Aventura propõem uma peça musical que une música tradicional portuguesa, poesia de Fernando Pessoa, Zeca Afonso, Maria Almira Medina e popular tradicional e música de diferentes latitudes. Um encontro que começa nos Himalayas, passa pelo Alentejo e ilhas dos Açores e acaba com Fernando Pessoa e bailarico saloio.

 

Ficha Técnica e Artística

Performer: Cláudia Ferreira | Flautas e percussões: Sunil Pariyar | Voz e Viola: André Fausto | Adufe: Jozé Sabugo | + músico convidado

 

Biografia: Casa das Cenas

A Casa das Cenas - Educação pela Arte de Preservar o Património natural e imaterial, tem como ponto de partida o GRUPO ACUSA TEATRO.

O projeto Casa das Cenas é fruto da irreverência e dinamismo de um grupo de jovens, que tinham o Teatro como maior motivação e a vontade do município de Sintra em apoiar. A esse apoio juntou-se a Junta de Freguesia de Pêro Pinheiro e a Caixa Geral de Depósitos (Balcão de Pêro Pinheiro). A partir de um espaço em Pêro Pinheiro e do grupo Acusa que lhe deu corpo é criado e declarado no Diário da República como Casa das Cenas, Associação Juvenil em 1997. O grupo Acusa criado em 1993 (por Jozé Sabugo, Cláudio de Brito, Maria José Miranda, Isabel Leal, Manuela Caldeira, Tó Zé Dias) no concelho de Sintra, Piedade da Serra, Sabugo, Freguesia de Almargem do Bispo, passa a denominar-se Grupo Acusa Teatro e a desenhar o seu futuro numa atitude profissional.

Atualmente, a Casa das Cenas, tem a sua sede na Vila de Sintra, desenvolve vários projetos nas áreas da promoção do Livro e da Leitura (Hora Do Conto), da promoção do Património Ambiental (Colectivo Cirandarte), promoção da Educação pela Arte (Encontros e Edições de autores de língua Portuguesa) e a promoção do Teatro Comunitário de Desenvolvimento sócio-cultural das pessoas e dos lugares (Acusa Teatro).

A Casa das Cenas vê como missão devolver O Grupo Acusa Teatro ás suas origens rurais, com a criação de um espaço onde possa desenvolver os seus projetos e promover a Casa das Cenas que liga as pessoas às pessoas, ao seu lugar de origem e aos valores e direitos humanos - um património natural e imaterial de todos para todos.

A Casa das Cenas, através do Acusa Teatro conta com o apoio da Câmara Municipal de Sintra e União de Juntas de Freguesias de Sintra entre outras parcerias associativas, privadas e particulares.

 

 

Artistas Unidos

Frágil | de David Greig

Teatro | 4 e 5 maio | sex. e sáb. – 21:30 | 60 min. | M/14 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Frágil de David Greig foi escrito para o Theatre Uncut, “um colectivo politicamente motivado” que, em Março de 2011 organizou uma iniciativa a nível nacional para protestar contra os cortes radicais efectuados nas despesas públicas em Inglaterra. (…) A peça de Greig apresenta uma tensa discussão entre Jack, um jovem dependente de cuidados de saúde mental, e Carolina, uma terapeuta do centro de apoio comunitário que acabara de perder o seu financiamento. Perturbado por esta notícia, Jack entrou à força em casa de Carolina a meio da noite. Após alguma discussão, Jack propõe um protesto que tornaria a situação de cidadãos vulneráveis como ele próprio, impossível de ser ignorada pelo governo. Veio preparado com um frasco de gasolina – ironicamente condicionado num saco de supermercado reciclado, com duração “para a vida” – e tenciona imolar-se como Mohamed Bouazizi (cujo suicídio catalisou a Revolução Tunisina em 2010). Carolina, confrontada com este homem instável ensopado em gasolina, tenta persuadi-lo a entregar-lhe o isqueiro, defendendo que outras formas de acção seriam mais pertinentes...

 

Ficha Técnica e Artística

Autor: de David Greig | Encenação: Jorge Silva Melo | Tradução: Pedro Marques | Interpretação: Pedro Carraca | Cenografia e Figurinos: Rita Lopes Alves | Luz: Pedro Domingos M14

 

Biografia: Artistas Unidos

Os Artistas Unidos formaram-se a partir do grupo que estreou, em 1995, “António, um Rapaz de Lisboa” de Jorge Silva Melo. Foi com espetáculos de elenco numeroso, peças sobre o aqui e agora ou outras do passado explicitamente políticas, que se fizeram os primeiros tempos da companhia: “O Fim ou Tende Misericórdia de Nós”, “Prometeu” (de JSM), “A Queda do Egoísta Johann Fatzer” de Brecht, “Coriolano” de Shakespeare. O Seminário “Sem Deus nem Chefe”, realizado na Antiga Fábrica Mundet do Seixal, em que foram criadas cinco pequenas produções, cada uma coordenada por um ator que nela participava, serviu de ensaio para os dois anos e meio de trabalho n’A Capital / Teatro Paulo Claro, encerrada pela CML em 29 de Agosto de 2002. Nesse período intenso, a aposta foi na dramaturgia contemporânea: Sarah Kane, Gregory Motton, Jon Fosse, David Harrower, Mark O’Rowe, Xavier Durringer, Spiro Scimone; Jorge Silva Melo, José Maria Vieira Mendes, Rui Guilherme Lopes e Francisco Luís Parreira entre os portugueses. Escolheram-se clássicos: Melville, Kleist, Kafka, Beckett, Pinter. Foram trinta estreias, vários acolhimentos e co-produções, seminários, leituras encenadas (como as dedicadas ao teatro escocês e neerlandês, ou às obras de Sarah Kane, Arne Sierens, Antonio Onetti). Com o fecho d’A Capital, depois de apresentarem “Baal” de Brecht, os Artistas Unidos mudaram-se para o Teatro Taborda, onde estiveram até Junho de 2005. Ali revelaram autores como os Irmãos Presniakov, Anthony Neilson, Davide Enia, Jean-Luc Lagarce; insistiram em Pinter, Scimone, Judith Herzberg, Jon Fosse, José Maria Vieira Mendes; e lembraram Joe Orton e Jacques Prévert. Em 2006, e depois de terem renunciado à utilização do Teatro Taborda, os Artistas Unidos estiveram instalados no Antigo Convento das Mónicas onde estrearam Antonio Tarantino, Juan Mayorga, Vieira Mendes e Gerardjan Rijnders, enquanto noutras salas apresentavam espectáculos de Judith Herzberg, Enda Walsh, Pier Paolo Pasolini, Jesper Halle, Miguel Castro Caldas, Jorge Silva Melo ou José Maria Vieira Mendes. Além dos espectáculos e da produção de filmes, os Artistas Unidos organizaram exposições de Sofia Areal, Álvaro Lapa, Pedro Proença, Xana, Pedro Chorão, Miguel Ribeiro, Michael Biberstein, Ana Isabel Miranda Rodrigues, Sérgio Pombo, Barbara Lessing, Ana Vieira, Ângelo de Sousa, Manuel San Payo, Ivo, Nikias Skapinakis, Jorge Martins.

 

 

Urze Teatro

A Ilha do Tesouro | a partir de Robert Louis Stevensen

Teatro | 12 maio – 14:30 | 45 min. | M/6 | Carlucci American International School of Lisbon

 

Sinopse

A Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson é provavelmente a maior referência do imaginário das histórias enigmáticas e misteriosas de piratas e tesouros outrora enterrados em longínquos territórios, como do desconhecido e da vastidão do mar.

Esta extraordinária história, narrada pelo jovem Jim Hawkins, é marcada pela chegada do velho Lobo-do-Mar à hospedaria dos seus pais, um marinheiro misterioso e de ar assustador. Um pirata que perdura no nosso imaginário coletivo, assobiando velhas cantigas acompanhadas de histórias envoltas em ambientes fantásticos e cenários surreais. Por entre as histórias contadas por aquele marinheiro de ar rude e o desenrolar das ações, o jovem Jim vê-se a bordo do navio Hispaniola, numa expedição agitada e repleta de aventuras até à Ilha do Tesouro.

 

Ficha Técnica e Artística

Texto original: Robert Louis Stevenson | Adaptação, encenação e interpretação: Fábio Timor | Assistência de encenação: Glória de Sousa | Espaço cénico, cenografia e seleção musical: Fábio Timor e Glória de Sousa | Marioneta ‘Jim’ e figurinos: Isabel Feliciano | Marioneta ‘Papagaio’: J. Freire | Fotografia de cena: Erik Engelhardt

 

Biografia: Urze Teatro

A Urze Teatro foi criada no ano de 2000, por um grupo de criativos da cidade de Vila Real e a colaboração de diversas pessoas, das quais destacamos o escritor António Cabral, a quem devemos o nome da Companhia, ao encenador e amigo de sempre Pompeu José, não esquecendo o músico Paulo Vaz de Carvalho. Desde a nossa fundação que temos mergulhando em diversos universos e estilos artísticos, respondendo às opções criativas e estéticas das pessoas que dão corpo a esta companhia. A descentralização e o contacto com outras experiências artísticas têm sido sempre objetivos que nos acompanham, e que nos proporcionam um enriquecimento coletivo e pessoal.

O público mais novo foi, e continua a merecer um destaque nos nossos objetivos, que resultam na criação e produção de espetáculos direcionados a esse mesmo público, dos quais destacamos: "A guerra do tabuleiro de xadrez" de Manuel António Pina; "A moura encantada" de António Cabral; "Mandarim Fi-Xú" de Luis Vaz; "A fada oriana" de Sophia de Mello Breyner Andersen. Para além dos espectáculo, temos ainda desenvolvido, para este mesmo público, diversas acções lúdicas e didácticas, enquadradas na ideia de que "É de pequenino que se torce o teatrinho».

 

 

Urze Teatro

Rosas de Sangue | de Fábio Timor

Teatro | 11 maio | sex. – 21:30 | 60 min. | M/14 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Quatro mulheres partilham as histórias dramáticas de medo e terror a que foram sujeitas.

Submersas, emotivas e verdadeiras, elas experienciaram impulsos de grande intensidade, de revolta, que marcaram os seus destinos. Em comum, elas não escondem o que viveram e fizeram.

As suas palavras e ações provocam-nos uma empatia e um conflito de sentimentos, muitas vezes contraditórios, outras vezes apaixonantes. Elas são as rosas, os espinhos são as marcas que elas trazem tatuadas no corpo, o sangue as suas memórias, as memórias que não podem esquecer, são rosas de sangue.

"Rosas de sangue" é uma espécie de documentário teatral ficcionado protagonizado por quatro mulheres, três delas revisitando os atos de violência a que foram sujeitas por aqueles com quem um dia partilharam as suas vidas, a paixão e o amor.

 

Ficha Técnica e Artística

Texto e encenação: Fábio Timor | Interpretação (por ordem de entrada): Isabel Feliciano, Glória de Sousa, Paula Rios e Anabela Nóbrega | Figurinos: Isabel Feliciano | Espaço cénico, desenho de luz e sonoplastia: criação colectiva | Fotografia de cena: Catarina Lima

 

 

PAP

Entre paredes | de Lúcia Bigodinho e Soraia Carvalho

Teatro | 22 maio | ter. 20:00 | 30 min. | M/12 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Uma mulher presa entre si e os seus pensamentos. Ela e a sua consciência estão presas e “submissas” ao seu parceiro amoroso.
É um jogo psicológico que expõe uma “armadilha psicológica disfarçada de amor”.

 

Ficha Técnica e Artística

Texto e encenação: Lúcia Bigodinho e Soraia Carvalho | Interpretação: Lúcia Bigodinho e Soraia Carvalho, Henrique Lopes, Rita Lucas, Sara José e Jéssica Grácio | Montagem: Luiz Quaresma | Operação de Luz e som: Marco Lopes

  

 

PAP

A (mar) | de Rita Costa

Teatro | 22 maio | ter. 21:15 | 30 min. | M/12 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Aqui dentro reina a calmaria, o silêncio e o misticismo do desconhecido. É esta, na verdade, a minha âncora para toda a nossa viagem. Embarquei no mar da vida com aquilo que será a minha maior certeza no meio do abstrato – o que sinto ao sentir-te. Guiar-me-ei pelo vento e com ele irei sem limites.
Como rumo, procurarei desembarcar nas tuas ilhas inexploradas e profundezas mais misteriosas; encarar a felicidade como um ocaso a olhar para ti; contar-te o mar ardente e o verbo amar.”

 

Ficha Técnica e Artística

Texto e Encenação: Rita Costa | Autor do poema “A Lua de Tabriz”: Gibran Khalil Gibran | Interpretação: Rita Costa e Carlos Pereira | Bailarinos: Rita Costa, Constança Azevedo e Shaquill Carvalho | Cantora: Ândria Santos | Participação musical: Carlos Pereira e Guilherme Galhardo | Montagens: Luiz Quaresma | Operação de Luz e som: Marco Lopes

 

 

Animateatro

A Bota Velha | de Rodolfo Bispo

Teatro | 27 maio | sáb. – 16:00 | 50 min. | M/6 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Quantos queres? Sim é aquele jogo em que podemos escolher, onde pequenas pintas com cores nos instigam, revelando estreitas janelas, potenciando vastas possibilidades. Quantos pormenores queres? Há Vermelho que traz uma vizinha com sete chapéus, o verde que carrega a bicicleta velha do carteiro novo, o amarelo que imponentemente revela o par de pombas nas suas assembleias gerais. Se abrirmos um buraco, se puxarmos um fio, o que acontecerá? Uma memória fabricada, um futuro aberto, um presente intemporal, uma bota que é velha? Pode até não acontecer nada, pode até ser tudo uma brincadeira.

 

Ficha Técnica e Artística

Texto: Rodolfo Bispo | Cocriação e Interpretação: Cláudio Pereira e Lina Ramos I Figurinos: Maria Teresa Beirão e Lina Ramos | Serralheiro: José Galego I Ilustração e Grafismo: Rodolfo Bispo I Fotografia: Patrícia Ricardo I Produção: Animateatro

 

Biografia: Animateatro

Constitui-se em 2002 como estrutura de génese profissional, é plataforma de fruição cultural, concebendo incessantemente no plano artístico, formativo e social. Estabelece como promotora uma rede informal entre agentes culturais desenvolvendo regularmente uma programação que prima pela descentralização e exigência.

 

 

Teatro Extremo

Ratsódia | de António Rocha

Música e teatro | 16 setembro | dom. – 15:00 | 45 min. | para bebés | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Ratsódia é um espetáculo com direção artística de António Vitorino Rocha dedicado à primeira infância, com a componente de música ao vivo.
Na Ratsódia, cria‐se um espaço onde cantar e movimentar não é um dom, mas um elo de ligação entre pais e filhos até aos 5 anos, uma forma de comunicar, uma partilha de experiências e afetos para permitir que todos participem nesta grande comunidade onde a língua é a Música e o movimento.

 

Ficha Técnica e Artística

Autoria: António Rocha e Rui Rocha | Direção Artística: António Rocha | Direção Musical: Victor Gaspar | Música: Madalena Sá Pessoa | Arranjos e Recriação Musical: António Neves da Silva | Músicos: Victor Gaspar, Manon Marques e António Rocha; Atriz: Bibi Gomes |Cenografia, Adereços e Figurinos: Arminda Moisés Coelho | Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades | Operação Técnica: Daniel Verdades, Maria João Montenegro | Direção de Produção: Sofia Oliveira | Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida | Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos | Promoção: Victor Pinto Ângelo |Design Gráfico: P2F Atelier | Fotografia: Vítor Cid

 

Biografia: Teatro Extremo

Sediado em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Estrutura profissional com apoio do Ministério da Cultura/DGArtes, Câmara Municipal de Almada, Juntas de Freguesia de Almada, municípios e entidades públicas e privadas. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção.
Até à data o Teatro Extremo apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Desde o início da sua atividade criou espetáculos de produção própria ou em coprodução, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Organiza desde 1996 “Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância, juventude e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos com o envolvimento da comunidade.

 

 

Art'Imagem

BemMarMeQuer | a partir da obra Mar Me Quer de Mia Couto

Teatro | 22 setembro | sáb. – 21:30 | 50 min. | M/12 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

Uma adaptação dramatúrgica do texto de Mia Couto “mar me quer” numa encenação em que os protagonistas Luarmina e Zeca num exercício entre a oralidade, bem à maneira africana, e a interpretação actoral, vão reviver factos e vidas dos seus antepassados, trazendo à memória e convocando os seus sonhos numa viagem pelas águas do Fantástico Literário Miacoutiano.

 

Ficha Técnica e Artística

Autor: a partir da obra “mar me quer” de Mia Couto | Dramaturgia e Encenação: Pedro Carvalho | Interpretação: Flávio Hamilton, Pedro Carvalho e Neusa Fangueiro | Ilustração, Cenografia, Figurinos e Adereços: Sandra Neves | Desenho de Luz: Wilma Moutinho | Sonoplastia e Desenho de Som: Pedro Lima | Música: Rui Lima e Sérgio Martins | Construção de Cenários: Sandra Neves e José Lopes | Assistente de Ensaios: Rui Leitão | Operação de Luz e Som: Daniela Pêgo e José Lopes | Vídeo e Fotografia de Cena: Leonel Ranção | Design Gráfico: Moodystudio | Coordenação de Produção: Sofia Leal | Produção Executiva: Daniela Pêgo | Assistente de Produção: Ana Teixeira | Direção Artística: José Leitão

 

Biografia: Art'Imagem

O Teatro Art’Imagem é uma estrutura financiada pela Secretaria de Estado da Cultura DGArtes/SECultura foi fundada em 1981, tem a sua sede no Porto, e através de um protocolo com a Câmara Municipal da Maia é responsável pela programação do Auditório da Quinta da Caverneira, em Águas Santas.

Estreia em média, dois espetáculos por ano. Um novo autor contemporâneo, a revisitação de um clássico e/ou adaptação de um grande autor da literatura universal para jovens, constituem o vértice da criação artística. O recurso a diversas disciplinas teatrais e o diálogo com as novas linguagens são também caminhos para a captação e diversificação de públicos. Nos últimos anos os autores contemporâneos representados têm sido maioritariamente de língua portuguesa.

Os espetáculos têm estreias e temporadas no Porto e na Maia e são levados a todo o território nacional, com uma média de 120 representações anuais e participações em vários festivais de teatro. Nos anos 80 foram realizadas 15 digressões internacionais (várias vezes por Espanha, Bélgica, Checoslováquia, França, Áustria e Alemanha). Nos anos 90, 16 digressões (por França, Espanha, Bélgica, Inglaterra e Dinamarca). Desde o ano 2000, mais de duas dezenas de digressões a Espanha, Brasil, Cabo Verde e França.

Desde 1982 organiza o terceiro festival mais antigo do país, o “Fazer a Festa – Festival Internacional de Teatro”, por onde já passaram as mais representativas companhias nacionais e galegas, várias companhias brasileiras e muitas outras de países europeus.

Desde 1994, em colaboração com a Câmara Municipal da Maia, organizamos anualmente o “Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia”, onde programa os melhores espetáculos deste género, de Portugal e de Espanha, e por onde passaram já também companhias do resto da Europa, América, África e Oceânia.

Além do “Maia ao Palco - Mostra de Teatro de Amadores da Maia/Primavera do Teatro” que a companhia organiza desde 2008, tem atividades regulares de formação teatral para crianças, jovens e seniores em protocolo com a Câmara Municipal da Maia.

De 2009 a 2012 organizou a “MAD - Mostra Anual de Dramaturgia” onde se deram a conhecer, através da leitura encenada mais de duas dezenas de textos de novos dramaturgos portugueses.

 

 

Rogério Nuno Costa

Eurodance | Produção Ballet Contemporâneo do Norte

Dança | 27 outubro | sáb. – 21:30 | 50 min. | m/12 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

EURODANCE é um estudo coreográfico para o espetáculo de teatro musical €TRASH. Cinco bailarinos são o grupo de “backup dancers” de uma banda techno invisível, trazendo para a linha da frente aquilo que por norma é apenas decorativo, paisagístico, subsidiário. O corpo de baile é agora o protagonista. Ou sobre a tensão/confusão dialética entre Arte e Desporto.

 

Ficha Técnica e Artística

Direção, Coreografia, Texto, Vídeo: Rogério Nuno Costa | Bailarinos: André Santos, Dinis Machado, Luís André Sá, Mariana Tengner Barros, Susana Otero | Assistência de Direção: Joclécio Azevedo | Light Design: Daniel Oliveira | Artwork: Diogo Mendes | Figurinos: Jordann Santos | Remix & Cover: Belamix feat. Too Limited™ (Mariana Tengner Barros & Rogério Nuno Costa) | Fotografia Promocional & de Cena: Miguel Refresco | Assistência de Figurinos: Cristiana Fonseca | Produção Executiva: Inês Nogueira | Produção: Ballet Contemporâneo do Norte

 

Biografia: Rogério Nuno Costa

Rogério Nuno Costa é artista, investigador, professor, curador e escritor em vários projectos coolturais e pós-artísticos, formalmente americanos, conceptualmente europeus, religiosamente Kopimistas, filosoficamente Piratas e literariamente re-re-realistas (ou realistas gagos). Com formação académica na área da Comunicação, considera-se um observador (participante) com uma curiosidade mórbida pela arte que se parece mesmo com Arte, só devolvendo o resultado das suas investigações porque é o que manda o Código Deontológico dos Jornalistas. Não é actor; considera que todos os trabalhos de teatro/performance que realizou em colaboração com diversos artistas e companhias foram trabalhos de consultoria. É encenador de um só espectáculo, que ensaia desde 1978. Não vai estrear. Nunca. Trabalha atualmente na construção (from scratch) de uma “Universidade”.

Biografia: Ballet Contemporâneo do Norte

Um espetáculo Ballet Contemporâneo do Norte (BCN) originalmente criado para o programa “Outros Formatos” (2014). Ballet Contemporâneo do Norte é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. BCN foi fundado por Elisa Worm, impulsionado pelo desejo de contribuir para a formação estética, educação e sensibilização de novos públicos, bem como pela vontade de aproveitar recursos artísticos e humanos de uma região do país onde a dança era praticamente ausente. Agora com a direção artística de Susana Otero, para além de se concentrar na luta contra a precariedade no setor e à garantia de condições de trabalho, o BCN continua um lugar de criação e experimentação, dialogo e discussão, intercambio de ideias e saberes, tendo sempre por base a criação e o pensamento artísticos, com particular enfoque na Dança. Além de um trabalho preponderante criação e e formação de públicos através do serviços educativos prestado à comunidade jovem de todo o município. O BCN apresenta os seus trabalhos em diversas cidades de Portugal, França, Brasil, México, Espanha, Suécia e Alemanha.

 

 

Urze Teatro

Agnus Dei – Uma história trágica entre a fé e a paixão | de Fábio Timor

Teatro | 7 e 8 dezembro | sex. e sáb. – 21:30 | 60 min. | M/14 | Casa de Teatro de Sintra

 

Sinopse

"Agnus Dei" é uma obra inédita, que nos conta uma história dramática e comovente sobre uma relação amorosa condenada a um fim trágico. Maria e Jorge — uma Freira e um Padre católicos —, vivem num conflito interior, entre a fé e a intensa paixão que sentem um pelo o outro — entre o desejo de felicidade e a realidade.

A coreografia e o vídeo conferem ao espectáculo uma marca identitária, ancorada numa atmosfera dramática-poética, onde os corpos dos actores prosseguem a ondulação do elemento água, que fisicamente preenche com naturalidade o espaço cénico, matizado pela música e luz, envolvido numa cenografia expressiva reflectindo a realidade angustiante em que vivem os dois protagonistas.

 

Ficha Técnica e Artística

Texto e Encenação: Fábio Timor | Interpretação: Angel Fragua, Isabel Feliciano e Anabela Nóbrega | Assistência de Encenação: Glória de Sousa | Coreografia: Isabel Costa | Música: Vítor Nogueira | Cenografia: Fábio Timor | Fotografia, vídeo e design gráfico: Paulo Araújo | Desenho de Luz: Ivo Castro | Sonoplastia: Paulo Almeida | Apoio literário: Rosa Canelas

Acolhimentos