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casa
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IIBSEN proclama a liberdade do indivíduo na sua obra, mas os
seus ideais humanistas são demasiado ricos e variados para
serem categorizados numa única filosofia. O que ele faz é
mostrar caminhos que podemos seguir na nossa própria demanda
pela liberdade pessoal, dando um abanão à vida e forçando-a
a revelar os seus segredos, fazendo uso do imaginário de
James Joyce.
Mais que qualquer outro escritor,
Ibsen obrigou-nos a reflectir sobre os nossos direitos e
valores fundamentais. Os conflitos sociais com que nos
confronta são ainda relevantes – mesmo muito relevantes. Até
hoje em dia, alguns dos textos de Ibsen são sujeitos a
censura e algumas das suas peças proibidas em partes do
mundo pelas autoridades responsáveis, que os consideram
demasiado controversos e uma ameaça demasiado grande ao
poder estabelecido.
Público Alvo:
todos Duração: 90 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 12 anos Tempo de
Montagem: até 8 h. Tempo de Desmontagem: até 4 h.
Data Prevista de Estreia: Abril de 2007
/ Condições:Espaço
livre para representação com: 8x6 metros e 5 metros de
altura ; Sala escurecida ; Luz a combinar; Som a combinar. /
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para: 10
pessoas /
Ficha do espectáculo:
Texto
Henrik Ibsen Tradução Liliana Rodrigues Versão
final Liliana Rodrigues, Manuel Sanches e João de Mello
Alvim Encenação João de Mello Alvim Cenografia
António Casimiro Figurinos Miguel Sá Fernandes
Assistente de cenografia e adereços Sara Ventura
Interpretações Cristina Basílio, Maria João Fontaínhas,
Nuno Correia Pinto, Pedro Cardoso entre outros (em fase de
contactos) Imagem gráfica, Desenho de Luz e
fotografia André Rabaça Sonoplastia Carlos Arroja
Direcção de Produção Maria João Fontaínhas
Produção Executiva Catarina Nevesdias Secretária de
Produção Carina Moreira Director Técnico
Nuno Correia Pinto Técnico de luz e som André
Rabaça Montagem Pedro Tomé, Nuno Correia Pinto e
André Rabaça
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
/ Nota 2:
Esta Ficha é válida até 31 de Dezembrode
2007.
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desc
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Trata-se de uma colagem de textos do Mestre GIL VICENTE, em
que o elo de ligação dramatúrgico, é o “Desconcerto” na
relação humana.Os
extractos escolhidos são do “Auto da Feira”, da Farsa “Quem
tem farelos ?” e do “Auto da India”. Nos referidos extractos
visível se torna a dificuldade de co(h)abitação das
parelhas, sejam elas os casais, ou os senhores e os amos. É
o “Desconcerto” do mundo, projectado no desentendimento
entre os seres humanos. Encenado, em registo de farsa,
“Desconcertos” baseia-se ainda na arte de representar dos “clowns”,
e na própria experiência das representações da farsa
vicentina, onde os actores e meia-dúzia
Público Alvo:
indicado para alunos do secundário Duração: 50
minutos sem intervalo Classificação Etária: maiores 6
anos Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de
Desmontagem: até 2 h. Data de Estreia: Novembro
de 1998
CONDIÇÔES:
No nosso espaço:
·
mínimo de 30, máximo 70 pessoas
·
marcação do dia e hora a combinar por ambas as entidades
·
Preço: 5,00 € por bilhete
Fora do nosso espaço (em espaço não convencional)
·
Pode ser também apresentado sem iluminação própria, em salas
de aula, e outros espaços com o mínimo de 3 x 2 metros
·
Corrente trifásica ou monofásica
·
Luz: 11 Projectores de Recorte; 2 Projectores PCs; mesa de
luz (12 canais de dimer)
·
Som: 1 leitor de minidisc; Mesa de Som; Amplificação;
Colunas
·
Logística (se necessário): Alojamento e refeições para 2
actores, 1 técnico e 1 produtora
·
Preço: 5,00 € por bilhete (mínimo de 40 bilhetes) + 150,00 €
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rev
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“Se não me dás um revólver, ao menos tem pena de mim” parte
de duas pequenas peças de ANTON TCHEKOV, “Um Pedido de
Casamento” e “O Trágico à Força”. Na fusão e a fixação do
texto, pretendemos manter um único fio dramatúrgico que
resulte da análise das peças-pontos de partida, espelhos dos
pequenos-grandes dramas, de insanáveis contradições
mesquinhas, de vidas cinzentas contaminadas pelo “direito de
posse” e pela competição – “o meu cão é melhor que o teu”…-,
pelo cilindrar dos convencionalismos “normais”, normalmente
tão risíveis, pelo embaciar do sorriso de viver. Ainda os
acontecimentos a fazerem mover os personagens e não estas a
escreverem o rumo futuro, característica tão orgânica no
teatro do Mestre russo.
Público Alvo:
todos Duração: 70 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 12 anos Tempo de
Montagem: até 4 h. Tempo de Desmontagem: até 1 h.
Data de Estreia: Setembro de 2007
Condições:
·
Espaço livre para representação com: 7x5 metros e 3,5 metros
de altura
·
Sala escurecida
·
Luz: 13 projectores de Recorte 650 w; 3 projectores Recorte
1 Kw; 15 projectores PC com palas 650 W; 1 mesa de luz (24
canais de dimer) ; Projector de vídeo e 1 Shutter.
·
Som: 1 leitor de CD; Mesa de Som; Amplificação; Colunas
Nota: O Desenho de luz é adaptável em função das
características da sala e material disponível.
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 4
actores, 1 actriz; 1 técnico e 1 produtora.
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Fixação do texto, dramaturgia e encenação
João de Mello Alvim; Interpretação Nuno Correia
Pinto; Pedro Cardoso; Hugo Amaro entre outros; Cenografia e
figurinos Companhia de Teatro de Sintra; Direcção de
Produção Nuno Correia Pinto; Assistente de Produção
Joana Vilela; Direcção Técnica André Rabaça;
Desenho de Luz e Som André Rabaça; Montagem André
Rabaça e Pedro Tomé; Secretariado de Produção Isabel
Rodrigues; Assistência Geral Cláudia Faria e Isabel
Rodrigues
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até Dezembro de 2007.
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Se eu
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UmUm
dos heterónimos de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos, chamou
a Cesário, Mestre: ”E que misterioso o fundo unânime das
ruas / Das ruas ao cair da noite, ó Cesário Verde, ó Mestre
/ ó do “Sentimento de um Ocidental” (..)
“Poesia da objectividade”, ”originalidade” e “novidade”, são
algumas das expressões que Fernando Pessoa utiliza,
escrevendo a dado passo, num estudo inacabado: “Em vez de
retórica oca e de concomitante sentimentalismo difuso, da
carência completa de tudo quanto fosse a visão artística do
mundo exterior, da longa estrofe retumbante – o verso sóbrio
e severo, o sentimentalismo reprimido, a visão nítida (…)
das cousas, o epíteto revelador (…).
Com CESÁRIO VERDE acontece uma renovação “de toda a
imagética vinda do romantismo à luz de um insistente desejo
de transparência só aparentemente realista”, segundo
Fernando Pinto do Amaral, que acrescenta: ”a escrita de
Cesário Verde não oculta todavia, as faces mais sombrias do
seu mistério, do qual se manteve ciente até ao fim – e por
isso serviu para abrir caminho aos modernistas”.
Não se procura, neste espectáculo, cronologias, biografias
ou análise detalhada da obra. Procura-se sim, na sequência
dos poemas e extractos de cartas, um caminho na esteira de
Cesário: clareza da formulação retirada da observação das
coisas reais na busca, no entanto, “o espírito secreto” –
“Ah! Ninguém entender que ao meu olhar/Tudo tem certo
espírito secreto”. Procura-se igualmente dar a conhecer e
estimular o conhecimento – e porque não a paixão? - de um
autor “condenado, ele, um poeta, a ser um guarda-livros”,
“absurdo que pesou sobre a sua existência”, mas que no dizer
de Fernando Pessoa, foi um dos grandes poetas do século XIX,
juntamente com Antero de Quental e Camilo Pessanha: Qualquer
dos três, porque qualquer é um homem de génio, é grande não
só adentro de Portugal, mas em absoluto”
Público Alvo:
indicado para alunos do secundário Duração: 60
minutos sem intervalo Classificação Etária: maiores
12 anos Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de
Desmontagem: até 2 h. Data de Estreia: Outubro
2006
Condições:
·
Espaço livre para representação com: 8 x 6 metros e 5 metros
de altura; que seja possível projectar imagem no fundo e
laterais
·
Sala escurecida
·
Luz: 17
Recortes; 05 PC; 11 Fresnel; Mesa de Luz digital; Dimmers
(24 canais)
·
Som: Leitor
de CD duplo; Mesa de som; Amplificador; P.A.
·
Imagem:
Leitor de DVD; Projector de vídeo; 1 Shutter; 2 Projectores
de Slides
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 2
actores, 1 actriz, 2 técnicos e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Poemas e textos de Cesário Verde; Encenação
João de Mello Alvim; Recolha de Textos Manuel
Sanchese João de Mello Alvim; Interpretação Cristina
Basílio, João Mais e Pedro Cardoso; Figurinos Miguel
Sá Fernandes; Mestra Costureira Alda Cabrita; Tema
Musical Rui Lima; Fotografia e Imagem Gráfica
André Rabaça; Tratamento Video Jaime Gonçalves;
Desenho de Luz André Rabaça Direcção Técnica e
Operação de Luz e Som André Rabaça; Direcção de
Produção Nuno Correia Pinto; Assistente de Produção
Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 31de Dezembro 2007.
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rei
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É
um texto clássico (de H.C. ANDERSEN), um conto actual, que
nos chega através da memória, e da escrita.
E
é actual, porque, a ignorância e a permanente tentativa de
fazer dos outros seres passivos e destituídos de
inteligência, são características que cruzam o comportamento
do ser humano desde que ele tem vida social.
“
O Rei vai nú”, é um conto, de moral, onde o que importa
salientar é que, quer queiram quer não queiram os senhores
do mundo, - e os pequenos mundos -, o Homem, por mais
humilde que seja a sua existência, vê, sente e tem direito a
expressar o seu sentir.
Infelizmente, com o andar do tempo, com as várias
manipulações, o sistema consegue abafar estas
características. Resta (?) a inocência das crianças para
desmontar o mundo de aparências onde nos querem fazer viver.
Público Alvo:
Infância Duração: 45 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 4 anos Tempo de
Montagem: até 3 h. Tempo de Desmontagem: até 2 h.
Data de Estreia: Abril de 2000
Técnica:
Mista (varão e fios)
CONDIÇÕES:
·
Espaço:
Sala escurecida;
Espaço livre para representação com 6 x 5 m e até 5 m de
altura
·
Luz:
3
Projectores de recorte; 4 PC c/ palas; Mesa de luz (10
canais de dimmer).
·
Som:
Mesa de Som; Amplificador; Colunas; 2 Microfones de Lapela
·
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 1 actor,
1 actriz, 2 técnicos e 1 produtora.
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Adaptação e Encenação
Nuno Correia Pinto, João de Melo Alvim;
Actores-Manipuladores Nuno Correia Pinto e Sandra Nunes
ou Tiago Matias; Marionetas Jorge Cerqueira;
Desenhos e Slides António Marques; Sonoplastia
Carlos Arroja; Voz-Off Rogério Jacques; Fotografia
Pedro Aguilar; Costureira Filomena Gomes;
Serralheiro Jorge Coelho; Carpinteiro Marcelo
Alves; Operador de Luz e Som André Rabaça;
Direcção de Técnica André Rabaça; Direcção de
Produção Nuno Correia Pinto; Assistente de Produção
Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
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sopa
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Este conto tradicional, “Sopa da Pedra”, que há séculos
passa de pais para filhos - contado tantas vezes nas noites
frias enquanto as famílias se reuniam à volta da lareira,
ou, agora, depois da ordem dada à televisão para se calar,
porque são horas de dormir - , fala-nos de um frade, que com
uma pedra faz uma deliciosa sopa. Uma sopa que ficou a fazer
parte de muitas ementas por este nosso país fora.
Com
muita animação e com a ajuda do público vamos em
conjunto apreender esta deliciosa receita. Actores e
marionetas mostram como dar uma lição a uma aldeia inteira
que não quis ajudar o frade a confortar o seu
“pequenino”estômago. Ao fim e ao cabo uma lição (sobre a
falta) de solidariedade, tão comum nos nossos dias,
infelizmente. Por isso, uma história actual.
Um espectáculo que, pensamos, é para todas as idades mas
onde reservamos os primeiros lugares para os mais pequenos.
Público Alvo:
para todos Duração: 50 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 4 anos Tempo de
Montagem: até 1,30 h. Tempo de Desmontagem: até
1 h. Data de Estreia: Abril de 2006
CONDIÇÕES:
Espaço de Representação:
Não exige espaço mínimo
Luz:
Mesa de Luz;; 4 canais de dimmer; 8 PC ou
Fresnel
Nota:
Pode ser também adaptado sem iluminação própria, no exterior
ou outros espaços não convencionais.
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 2
actores, 1 técnico e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Texto e Encenação
Nuno Correia Pinto; Intérpretes Nuno Correia Pinto e
Paulo Cintrão; Operador de luz André Rabaça;
Direcção de Produção Nuno Correia Pinto; Assistente
de Produção Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
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pedro
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Partindo do conto musical para crianças “Pedro e o Lobo”, do
compositor SERGEI PROKOFIEV, com uma mescla de “bonecos”
(uns as chamadas marionetas, propriamente ditas, e outros,
mais conhecidos por brinquedos, aqueles que já brincámos ou,
no caso dos mais novos, que ainda brincam) e acompanhada
pela própria música do génio russo, contamos uma estória de
um menino igual a tantos outros que são irreverentes, que
aprendem experimentando, e melhor, se for na convivência
harmoniosa com a variedade com que a mãe natureza nos
encanta todos os dias. Aliviámos a estória das cargas
penalizadoras (neste caso sobre o Lobo), acrescentámos e
modificámos para contá-la à nossa maneira, dando, assim,
sequência a um trabalho feito a partir dos contos
imemoriais.
Coerentes com o nosso percurso, onde o estudo das técnicas
tradicionais está presente, procuramos novas formas de
concepção e manipulação de marionetas, bem como o cruzar de
outras áreas de criação. A esta preocupação, junta-se uma
outra característica do nosso trabalho, que tem a ver com o
prazer do faz-de-conta; com o aguçar da nossa criatividade e
com utilização, mínima, de “efeitos especiais”, ao fim e ao
cabo com a (re) descoberta da simplicidade.
Público Alvo:
para todos Duração: 50 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 4 anos Tempo de
Montagem: até 2 h. Tempo de Desmontagem: até 1 h.
Data de Estreia: Junho de 2002 Técnica:
manipulação à vista.
CONDIÇÕES:
·
Espaço de Representação:
Sala que permita escuro total; Espaço mínimo de
representação 4 m (larg.) x 3 m (profund..) e 3 m (alt.) de
altura; Teia por cima do espaço de representação.
·
Luz:
6
projectores de recorte + luz de agradecimentos; mesa de luz
e Dimmers (6 canais)
·
Som:
Mesa de Som; Amplificação; Colunas; leitor de CD; 2
Microfones de lapela (se necessário).
·
Nota:
Pode ser também adaptado em outras condições a combinar.
·
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 1 actor,
1 actriz, 1 técnico e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Adaptação, Cenografia e Encenação
– Nuno Correia Pinto; Manipulação – Nuno Correia
Pinto e Sandra unes ou Tiago Matias; Marionetas –
Jorge Cerqueira; Carpinteiro – Marcelo Soares Alves;
Sonoplastia – Carlos Arroja; Montagem – Tiago
Matias; Ilustração – Nuno Ribeiro; Fotografias e
Arranjos Gráficos – André Rabaça; Operador Luz e Som
– André Rabaça ; Direcção de Produção – Nuno Correia
Pinto; Assistente de Produção – Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
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segredo
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É a
história dÉ
uma bela amizade entre um peixe e um rapaz, “O Segredo do
Rio” que MIGUEL de SOUSA TAVARES escreveu, e que agora se
apresenta em forma de espectáculo de marionetas de luva.
Uma história pedagógica que pode ser lida
como uma parábola protagonizada pela humanidade e a
natureza: se a humanidade (rapaz) tratar a natureza (peixe)
com amor, fidelidade e respeito – no fundo como merece –, a
natureza é generosa.
A
adaptação do livro - que tem ilustrações da artista plástica
Fernanda Fragateiro, numa associação feliz que nos consegue
transportar para/por uma alegria poética, contagiante,
expressa com simplicidade – , pretende ser fiel ao texto e
às ilustrações. As marionetas executadas por Jorge
Cerqueira, seguindo o traço da ilustração, e ainda as novas
ilustrações feitas, propositadamente, pela artista plástica
para este espectáculo, não desvirtuam o objectivo enunciado,
fidelidade ao texto e à linha gráfica, e concorrem para
refinar a plasticidade, assim como o jogo de sentimentos e
emoções, que se pretende transmitir através do espectáculo.
Público Alvo:
para todas as idades Duração: 50 minutos sem
intervalo Classificação Etária: maiores 4 anos
Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de Desmontagem:
até 3 h.
CONDIÇÔES:
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Luz:
11 projectores de recorte; 2 Projectores PC; Dimmers (15
canais); Mesa de Luz; Teia por cima do espaço de
representação
·
Som:
Mesa de Som; Amplificação; Colunas; leitor de Cd duplo; 2
microfones de lapela
·
Espaço:
Sala que permita escuro total; Espaço para o cenário 3 x 4
metros com altura mínima 5 metros
·
Logística
(se necessário): Alojamento e refeições para 1 actor,
1 actriz, 2 técnicos e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Autor
Miguel Sousa Taveres; Adaptação e Encenação Nuno
Correia Pinto; Manipulação Nuno Correia Pinto e
Sandra Nunes; Marionetas Jorge Cerqueira;
Ilustração Fernanda Fragateiro; Fotografia e
Imagem Gráfica André Rabaça; Desenho de Luz André
Rabaça; Sonoplastia Carlos Arroja; Operador Luz e
Som André Rabaça Direcção de Produção Nuno
Correia Pinto; Assistente de Produção Joana Vilela;
Secretariado Isabel Rodrigues; Direcção Técnica
André Rabaça; Montagem André Rabaça e Pedro Tomé.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o espaço.
As condições de deslocação ideais são as referidas acima. No
entanto, caso a caso, poderemos fazer alterações a combinar
entre nós e a entidade contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
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terra
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Para que a Terra continue a ser um lugar bonito e
confortável, devemos usar os recursos naturais sem a
danificar e aprender a utilizar as energias renováveis. Este
espectáculo baseia-se na ideia do aproveitamento de novos
recursos, até agora pouco utilizados, na reciclagem de
materiais e no aproveitamento do vento, do sol e de outros
recursos para obtermos energia
É
uma peça, escrita por NUNO CORREIA PINTO, que conta a vida
duma personagem que sai duma estória de banda
desenhada, o João ou a Joana. O autor da estória vai ter
oportunidade de conversar com a sua personagem ao vivo e
poder responder-lhe às suas dúvidas sobre o planeta Terra.
Um espectáculo onde a Terra tem o papel principal. Onde
podemos aprender que o estado da terra é reflexo dos nossos
comportamentos, que pequenos gestos como não lavar os dentes
com a torneira a correr ou apagar as luzes de que não
necessitamos pode ajudar a modificar o frágil ambiente
terrestre, tão ameaçado pela falta de cuidado dos homens e
mulheres.
O
espectáculo fala ainda de factos interessantes sobre
energias renováveis.
Público Alvo:
para todas as idades Duração: 45 minutos sem
intervalo Classificação Etária: maiores 4 anos
Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de Desmontagem:
até 2 h.
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Autor e Encenação:
Nuno Correia Pinto; Ilustrações: António Francisco;
Marionetas: Jorge Cerqueira; Imagem Gráfica e
Desenho de Luz: André Rabaça; Sonoplastia:
Carlos Arroja; Operador Luz e Som: André Rabaça;
Direcção de Produção: Nuno Correia Pinto; Assistente
de Produção: Joana Vilela; Manipulação: Nuno
Correia Pinto e Sandra Nunes / Tiago Matias
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