|
|
|
desconsertos
| |
 |
|
|
Trata-se de uma colagem de textos do Mestre Gil Vicente, em
que o elo de ligação dramatúrgico, é o “Desconcerto” na
relação humana.Os
extractos escolhidos são do “Auto da Feira”, da Farsa “Quem
tem farelos ?” e do “Auto da India”. Nos referidos extractos
visível se torna a dificuldade de co(h)abitação das
parelhas, sejam elas os casais, ou os senhores e os amos. É
o “Desconcerto” do mundo, projectado no desentendimento
entre os seres humanos. Encenado, em registo de farsa,
“Desconcertos” baseia-se ainda na arte de representar dos “clowns”,
e na própria experiência das representações da farsa
vicentina, onde os actores e meia-dúzia
Público Alvo:
indicado para alunos do secundário Duração: 50
minutos sem intervalo Classificação Etária: maiores 6
anos Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de
Desmontagem: até 2 h. Data de Estreia: Novembro
de 1998
CONDIÇÔES:
No nosso espaço:
·
mínimo de 30, máximo 70 pessoas
·
marcação do dia e hora a combinar por ambas as entidades
·
Preço: 5,00 € por bilhete
Fora do nosso espaço (em espaço não convencional)
·
Pode ser também apresentado sem iluminação própria, em salas
de aula, e outros espaços com o mínimo de 3 x 2 metros
·
Corrente trifásica ou monofásica
·
Luz: 11 Projectores de Recorte; 2 Projectores PCs; mesa de
luz (12 canais de dimer)
·
Som: 1 leitor de minidisc; Mesa de Som; Amplificação;
Colunas
·
Logística (se necessário): Alojamento e refeições para 2
actores, 1 técnico e 1 produtora
·
Preço: 5,00 € por bilhete (mínimo de 40 bilhetes) + 150,00 €
↑ |
rev
|

“Se não me dás um revólver, ao menos tem pena de mim”
parte de duas pequenas peças de ANTON TCHEKOV, “Um
Pedido de Casamento” e “O Trágico à Força”. Na fusão e a
fixação do texto, pretendemos manter um único fio
dramatúrgico que resulte da análise das peças-pontos de
partida, espelhos dos pequenos-grandes dramas, de
insanáveis contradições mesquinhas, de vidas cinzentas
contaminadas pelo “direito de posse” e pela competição –
“o meu cão é melhor que o teu”…-, pelo cilindrar dos
convencionalismos “normais”, normalmente tão risíveis,
pelo embaciar do sorriso de viver. Ainda os
acontecimentos a fazerem mover os personagens e não
estas a escreverem o rumo futuro, característica tão
orgânica no teatro do Mestre russo.
Público Alvo:
todos Duração: 70 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 12 anos Tempo de
Montagem: até 4 h. Tempo de Desmontagem: até
1 h. Data de Estreia: Setembro de 2007
Condições:
·
Espaço livre para representação com: 7x5 metros e 3,5
metros de altura
·
Sala escurecida
·
Luz: 13 projectores de Recorte 650 w; 3 projectores
Recorte 1 Kw; 15 projectores PC com palas 650 W; 1 mesa
de luz (24 canais de dimer) ; Projector de vídeo e 1
Shutter.
·
Som: 1 leitor de CD; Mesa de Som; Amplificação; Colunas
Nota: O Desenho de luz é adaptável em função das
características da sala e material disponível.
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 4
actores, 1 actriz; 1 técnico e 1 produtora.
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Fixação do texto, dramaturgia e encenação
João de Mello Alvim; Interpretação Nuno Correia
Pinto; Pedro Cardoso; Hugo Amaro entre outros; Cenografia
e figurinos Companhia de Teatro de Sintra;
Direcção de Produção Nuno Correia Pinto;
Assistente de Produção Joana Vilela; Direcção
Técnica André Rabaça; Desenho de Luz e Som
André Rabaça; Montagem André Rabaça e Pedro Tomé;
Secretariado de Produção Isabel Rodrigues;
Assistência Geral Cláudia Faria e Isabel Rodrigues
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até Dezembro de 2007.
↑ |
Se eu
|

UmUm
dos heterónimos de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos,
chamou a Cesário, Mestre: ”E que misterioso o fundo
unânime das ruas / Das ruas ao cair da noite, ó Cesário
Verde, ó Mestre / ó do “Sentimento de um Ocidental” (..)
“Poesia da objectividade”, ”originalidade” e “novidade”,
são algumas das expressões que Fernando Pessoa utiliza,
escrevendo a dado passo, num estudo inacabado: “Em vez
de retórica oca e de concomitante sentimentalismo
difuso, da carência completa de tudo quanto fosse a
visão artística do mundo exterior, da longa estrofe
retumbante – o verso sóbrio e severo, o sentimentalismo
reprimido, a visão nítida (…) das cousas, o epíteto
revelador (…).
Com CESÁRIO VERDE acontece uma renovação “de toda a
imagética vinda do romantismo à luz de um insistente
desejo de transparência só aparentemente realista”,
segundo Fernando Pinto do Amaral, que acrescenta: ”a
escrita de Cesário Verde não oculta todavia, as faces
mais sombrias do seu mistério, do qual se manteve ciente
até ao fim – e por isso serviu para abrir caminho aos
modernistas”.
Não se procura, neste espectáculo, cronologias,
biografias ou análise detalhada da obra. Procura-se sim,
na sequência dos poemas e extractos de cartas, um
caminho na esteira de Cesário: clareza da formulação
retirada da observação das coisas reais na busca, no
entanto, “o espírito secreto” – “Ah! Ninguém entender
que ao meu olhar/Tudo tem certo espírito secreto”.
Procura-se igualmente dar a conhecer e estimular o
conhecimento – e porque não a paixão? - de um autor
“condenado, ele, um poeta, a ser um guarda-livros”,
“absurdo que pesou sobre a sua existência”, mas que no
dizer de Fernando Pessoa, foi um dos grandes poetas do
século XIX, juntamente com Antero de Quental e Camilo
Pessanha: Qualquer dos três, porque qualquer é um homem
de génio, é grande não só adentro de Portugal, mas em
absoluto”
Público Alvo:
indicado para alunos do secundário Duração: 60
minutos sem intervalo Classificação Etária:
maiores 12 anos Tempo de Montagem: até 4 h.
Tempo de Desmontagem: até 2 h. Data de Estreia:
Outubro 2006
Condições:
·
Espaço livre para representação com: 8 x 6 metros e 5
metros de altura; que seja possível projectar imagem no
fundo e laterais
·
Sala escurecida
·
Luz: 17
Recortes; 05 PC; 11 Fresnel; Mesa de Luz digital;
Dimmers (24 canais)
·
Som:
Leitor de CD duplo; Mesa de som; Amplificador; P.A.
·
Imagem:
Leitor de DVD; Projector de vídeo; 1 Shutter; 2
Projectores de Slides
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 2
actores, 1 actriz, 2 técnicos e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Poemas e textos de Cesário Verde;
Encenação João de Mello Alvim; Recolha de Textos
Manuel Sanchese João de Mello Alvim; Interpretação
Cristina Basílio, João Mais e Pedro Cardoso;
Figurinos Miguel Sá Fernandes; Mestra Costureira
Alda Cabrita; Tema Musical Rui Lima;
Fotografia e Imagem Gráfica André Rabaça;
Tratamento Video Jaime Gonçalves; Desenho de Luz
André Rabaça Direcção Técnica e Operação de Luz e
Som André Rabaça; Direcção de Produção Nuno
Correia Pinto; Assistente de Produção Joana
Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 31de Dezembro 2007.
↑ |
rei
|

É um texto clássico (de H.C. ANDERSEN), um conto actual,
que nos chega através da memória, e da escrita.
E é actual, porque, a ignorância e a permanente
tentativa de fazer dos outros seres passivos e
destituídos de inteligência, são características que
cruzam o comportamento do ser humano desde que ele tem
vida social.
“ O Rei vai nú”, é um conto, de moral, onde o que
importa salientar é que, quer queiram quer não queiram
os senhores do mundo, - e os pequenos mundos -, o Homem,
por mais humilde que seja a sua existência, vê, sente e
tem direito a expressar o seu sentir.
Infelizmente, com o andar do tempo, com as várias
manipulações, o sistema consegue abafar estas
características. Resta (?) a inocência das crianças para
desmontar o mundo de aparências onde nos querem fazer
viver.
Público Alvo:
Infância Duração: 45 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 4 anos Tempo de
Montagem: até 3 h. Tempo de Desmontagem: até
2 h. Data de Estreia: Abril de 2000
Técnica:
Mista (varão e fios)
CONDIÇÕES:
·
Espaço:
Sala escurecida;
Espaço livre para representação com 6 x 5 m e até 5 m de
altura
·
Luz:
3 Projectores de recorte; 4 PC c/ palas; Mesa de luz (10
canais de dimmer).
·
Som:
Mesa de Som; Amplificador; Colunas; 2 Microfones de
Lapela
·
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 1
actor, 1 actriz, 2 técnicos e 1 produtora.
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Adaptação e Encenação
Nuno Correia Pinto, João de Melo Alvim;
Actores-Manipuladores Nuno Correia Pinto e Sandra
Nunes ou Tiago Matias; Marionetas Jorge
Cerqueira; Desenhos e Slides António Marques;
Sonoplastia Carlos Arroja; Voz-Off Rogério
Jacques; Fotografia Pedro Aguilar; Costureira
Filomena Gomes; Serralheiro Jorge Coelho;
Carpinteiro Marcelo Alves; Operador de Luz e Som
André Rabaça; Direcção de Técnica André Rabaça;
Direcção de Produção Nuno Correia Pinto;
Assistente de Produção Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
↑ |
sopa
|

Este conto tradicional, “Sopa da Pedra”, que há séculos
passa de pais para filhos - contado tantas vezes nas
noites frias enquanto as famílias se reuniam à volta da
lareira, ou, agora, depois da ordem dada à televisão
para se calar, porque são horas de dormir - , fala-nos
de um frade, que com uma pedra faz uma deliciosa sopa.
Uma sopa que ficou a fazer parte de muitas ementas por
este nosso país fora.
Com muita animação e com a ajuda do público
vamos em conjunto apreender esta deliciosa receita.
Actores e marionetas mostram como dar uma lição a uma
aldeia inteira que não quis ajudar o frade a confortar o
seu “pequenino”estômago. Ao fim e ao cabo uma lição
(sobre a falta) de solidariedade, tão comum nos nossos
dias, infelizmente. Por isso, uma história actual.
Um espectáculo que, pensamos, é para todas as idades mas
onde reservamos os primeiros lugares para os mais
pequenos.
Público Alvo:
para todos Duração: 50 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 4 anos Tempo de
Montagem: até 1,30 h. Tempo de Desmontagem:
até 1 h. Data de Estreia: Abril de 2006
CONDIÇÕES:
Espaço de Representação:
Não exige espaço mínimo
Luz:
Mesa de Luz;; 4 canais de dimmer; 8 PC ou
Fresnel
Nota:
Pode ser também adaptado sem iluminação própria, no
exterior ou outros espaços não convencionais.
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 2
actores, 1 técnico e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Texto e Encenação
Nuno Correia Pinto; Intérpretes Nuno Correia
Pinto e Paulo Cintrão; Operador de luz André
Rabaça; Direcção de Produção Nuno Correia Pinto;
Assistente de Produção Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
↑ |
pedro
|

Partindo do conto musical para crianças “Pedro e o
Lobo”, do compositor SERGEI PROKOFIEV, com uma mescla de
“bonecos” (uns as chamadas marionetas, propriamente
ditas, e outros, mais conhecidos por brinquedos, aqueles
que já brincámos ou, no caso dos mais novos, que ainda
brincam) e acompanhada pela própria música do génio
russo, contamos uma estória de um menino igual a tantos
outros que são irreverentes, que aprendem
experimentando, e melhor, se for na convivência
harmoniosa com a variedade com que a mãe natureza nos
encanta todos os dias. Aliviámos a estória das cargas
penalizadoras (neste caso sobre o Lobo), acrescentámos e
modificámos para contá-la à nossa maneira, dando, assim,
sequência a um trabalho feito a partir dos contos
imemoriais.
Coerentes com o nosso percurso, onde o estudo das
técnicas tradicionais está presente, procuramos novas
formas de concepção e manipulação de marionetas, bem
como o cruzar de outras áreas de criação. A esta
preocupação, junta-se uma outra característica do nosso
trabalho, que tem a ver com o prazer do faz-de-conta;
com o aguçar da nossa criatividade e com utilização,
mínima, de “efeitos especiais”, ao fim e ao cabo com a (re)
descoberta da simplicidade.
Público Alvo:
para todos Duração: 50 minutos sem intervalo
Classificação Etária: maiores 4 anos Tempo de
Montagem: até 2 h. Tempo de Desmontagem: até
1 h. Data de Estreia: Junho de 2002 Técnica:
manipulação à vista.
CONDIÇÕES:
·
Espaço de Representação:
Sala que permita escuro total; Espaço mínimo de
representação 4 m (larg.) x 3 m (profund..) e 3 m (alt.)
de altura; Teia por cima do espaço de representação.
·
Luz:
6 projectores de recorte + luz de agradecimentos; mesa
de luz e Dimmers (6 canais)
·
Som:
Mesa de Som; Amplificação; Colunas; leitor de CD; 2
Microfones de lapela (se necessário).
·
Nota:
Pode ser também adaptado em outras condições a combinar.
·
Logística:
Em caso de necessidade alojamento e refeições para 1
actor, 1 actriz, 1 técnico e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Adaptação, Cenografia e Encenação
– Nuno Correia Pinto; Manipulação – Nuno Correia
Pinto e Sandra unes ou Tiago Matias; Marionetas –
Jorge Cerqueira; Carpinteiro – Marcelo Soares
Alves; Sonoplastia – Carlos Arroja; Montagem
– Tiago Matias; Ilustração – Nuno Ribeiro;
Fotografias e Arranjos Gráficos – André Rabaça;
Operador Luz e Som – André Rabaça ; Direcção de
Produção – Nuno Correia Pinto; Assistente de
Produção – Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
↑ |
segredo
|

É a
história
É uma bela amizade entre
um peixe e um rapaz, “O Segredo do Rio” que MIGUEL de
SOUSA TAVARES escreveu, e que agora se apresenta em
forma de espectáculo de marionetas de luva.
Uma história pedagógica que pode ser
lida como uma parábola protagonizada pela humanidade e a
natureza: se a humanidade (rapaz) tratar a natureza
(peixe) com amor, fidelidade e respeito – no fundo como
merece –, a natureza é generosa.
A adaptação do livro - que tem ilustrações da artista
plástica Fernanda Fragateiro, numa associação feliz que
nos consegue transportar para/por uma alegria poética,
contagiante, expressa com simplicidade – , pretende ser
fiel ao texto e às ilustrações. As marionetas executadas
por Jorge Cerqueira, seguindo o traço da ilustração, e
ainda as novas ilustrações feitas, propositadamente,
pela artista plástica para este espectáculo, não
desvirtuam o objectivo enunciado, fidelidade ao texto e
à linha gráfica, e concorrem para refinar a
plasticidade, assim como o jogo de sentimentos e
emoções, que se pretende transmitir através do
espectáculo.
Público Alvo:
para todas as idades Duração: 50 minutos sem
intervalo Classificação Etária: maiores 4 anos
Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de
Desmontagem: até 3 h.
CONDIÇÔES:
·
Luz:
11 projectores de recorte; 2 Projectores PC; Dimmers (15
canais); Mesa de Luz; Teia por cima do espaço de
representação
·
Som:
Mesa de Som; Amplificação; Colunas; leitor de Cd duplo;
2 microfones de lapela
·
Espaço:
Sala que permita escuro total; Espaço para o cenário 3 x
4 metros com altura mínima 5 metros
·
Logística
(se necessário): Alojamento e refeições para 1
actor, 1 actriz, 2 técnicos e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Autor
Miguel Sousa Taveres; Adaptação e Encenação Nuno
Correia Pinto; Manipulação Nuno Correia Pinto e
Sandra Nunes; Marionetas Jorge Cerqueira;
Ilustração Fernanda Fragateiro; Fotografia e
Imagem Gráfica André Rabaça; Desenho de Luz
André Rabaça; Sonoplastia Carlos Arroja;
Operador Luz e Som André Rabaça Direcção de
Produção Nuno Correia Pinto; Assistente de
Produção Joana Vilela; Secretariado Isabel
Rodrigues; Direcção Técnica André Rabaça;
Montagem André Rabaça e Pedro Tomé.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
↑ |
segredo
conto
|

É a história de uma bela amizade entre um peixe e um
rapaz, “O Segredo do Rio” que MIGUEL de SOUSA TAVARES
escreveu, e que agora se apresenta em forma de conto.
Uma história pedagógica que pode ser
lida como uma parábola protagonizada pela humanidade e a
natureza: se a humanidade (rapaz) tratar a natureza
(peixe) com amor, fidelidade e respeito – no fundo como
merece –, a natureza é generosa.
A adaptação do livro - que tem ilustrações da artista
plástica Fernanda Fragateiro, numa associação feliz que
nos consegue transportar para/por uma alegria poética,
contagiante, expressa com simplicidade – , pretende ser
fiel ao texto e às ilustrações. As marionetas executadas
por Jorge Cerqueira, seguindo o traço da ilustração, e
ainda as novas ilustrações feitas, propositadamente,
pela artista plástica para este espectáculo, não
desvirtuam o objectivo enunciado, fidelidade ao texto e
à linha gráfica, e concorrem para refinar a
plasticidade, assim como o jogo de sentimentos e
emoções, que se pretende transmitir através do
espectáculo.
Público Alvo:
para todas as idades Duração: 50 minutos sem
intervalo Classificação Etária: maiores 4 anos
Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de
Desmontagem: até 3 h.
CONDIÇÔES:
Fora do nosso espaço
·
Luz: 3 projectores de recorte; Dimmers (6 canais); Mesa
de Luz.
·
Som: Mesa de Som; Aplificação; Colunas; leitor de CD
duplo; microfone de lapela (se necessário)
·
Sala escurecida
·
Espaço para o cenário 2 x 2 metros com altura mínima 2,5
metros
·
Logística (se necessário): Alojamento e refeições para 1
actores, 1 técnico e 1 produtora
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Autor
Miguel Sousa Taveres; Adaptação e Encenação Nuno
Correia Pinto; Interprete Nuno Correia Pinto;
Marionetas Jorge Cerqueira; Ilustração
Fernanda Fragateiro; Imagem Gráfica André Rabaça;
Direcção Técnica André Rabaça; Sonoplastia
Carlos Arroja; Operador Luz e Som Pedro Tomé;
Direcção de Produção Nuno Correia Pinto;
Assistente de Produção Joana Vilela.
Nota 1:
Sempre que entendermos necessário o nosso técnico
deslocar-se-á, em dia e hora a combinar, para ver o
espaço. As condições de deslocação ideais são as
referidas acima. No entanto, caso a caso, poderemos
fazer alterações a combinar entre nós e a entidade
contratante.
Nota 2:
Esta Ficha é
válida até 30 de Dezembro de 2007
sta Ficha é válida até 30 de Dezembro de 2007.
↑ |
terra
|

Para que a Terra continue a ser um lugar bonito e
confortável, devemos usar os recursos naturais sem a
danificar e aprender a utilizar as energias renováveis.
Este espectáculo baseia-se na ideia do aproveitamento de
novos recursos, até agora pouco utilizados, na
reciclagem de materiais e no aproveitamento do vento, do
sol e de outros recursos para obtermos energia
É uma peça, escrita por NUNO CORREIA PINTO, que conta a
vida duma personagem que sai duma estória de
banda desenhada, o João ou a Joana. O autor da estória
vai ter oportunidade de conversar com a sua personagem
ao vivo e poder responder-lhe às suas dúvidas sobre o
planeta Terra.
Um espectáculo onde a Terra tem o papel principal. Onde
podemos aprender que o estado da terra é reflexo dos
nossos comportamentos, que pequenos gestos como não
lavar os dentes com a torneira a correr ou apagar as
luzes de que não necessitamos pode ajudar a modificar o
frágil ambiente terrestre, tão ameaçado pela falta de
cuidado dos homens e mulheres.
O espectáculo fala ainda de factos interessantes sobre
energias renováveis.
Público Alvo:
para todas as idades Duração: 45 minutos sem
intervalo Classificação Etária: maiores 4 anos
Tempo de Montagem: até 4 h. Tempo de
Desmontagem: até 2 h.
FICHA DO ESPECTÁCULO:
Autor e Encenação:
Nuno Correia Pinto; Ilustrações: António
Francisco; Marionetas: Jorge Cerqueira; Imagem
Gráfica e Desenho de Luz: André Rabaça;
Sonoplastia: Carlos Arroja; Operador Luz e Som:
André Rabaça; Direcção de Produção: Nuno Correia
Pinto; Assistente de Produção: Joana Vilela;
Manipulação: Nuno Correia Pinto e Sandra Nunes /
Tiago Matias
↑ |
|